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Majeski cobra governo do Estado sobre compra de repelentes

O deputado Sergio Majeski (PSDB) protocolou um Requerimento de Informação, pedindo explicações ao governo do Estado sobre a compra de repelentes pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). O governo, em épocas de declaradas vacas magras, pagou R$ 23,50 em 75 mil frascos do produto. Ao passo que a Prefeitura da Serra pagou R$ 8,80 por frasco do produto similar, com o mesmo princípio ativo. Portanto, o preço de aquisição do governo do Estado é três vezes maior do que o pago pela administração da Serra. No último sábado (23), o jornal A Gazeta publicou reportagem sobre a discrepância de valores entre os produtos adquiridos pela Sesa e a prefeitura da Serra.

Da Tribuna da Assembleia, Majeski revelou que fez uma pesquisa do produto em farmácias da Grande Vitória e constatou que o repelente é vendido entre R$ 15 e R$ 17. “Isso uma unidade em uma farmácia, que já vende muito caro. Pensando em todos os aspectos, não há como entender que o Estado tenha pagado R$ 23,50 para comprar 75 mil unidades. Isso não se justifica. Nós temos uma Secretaria de Transparência, uma Corregedoria com um novo corregedor-geral, nós precisamos saber o que aconteceu. Considerando só preço pago pela Prefeitura da Serra, o governo desembolsou R$ 1 milhão a mais, aproximadamente, sem nenhuma justifica aparente”, afirmou o deputado.

Em sua pesquisa, o deputado também observou outras questões curiosas. “Essa marca comprada pela Sesa, em grande parte, não é distribuída nas farmácias. Aliás, essa é até desconhecida aqui do Espírito Santo. Ela é carioca. Nós queremos saber exatamente o que aconteceu”.

Os seguintes documentos foram solicitados pelo deputado: cópia na íntegra do processo da Sesa; cópia da publicação do Dio, do aviso de dispensa de licitação referente à compra dos repelentes; cópia da publicação do Dio, da ratificação da aquisição por dispensa de licitação; cópia das ofertas das empresas que demonstraram interesse na venda do produto ao governo, especificando seus nomes, os valores e as características do produto ofertado; explicações quanto ao valor pago, tendo em vista que produtos com a mesma destinação – com certificado da Anvisa – podem ser comprado no varejo com valor inferior.

(Fonte: Seculo Diario)

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