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Metrô de SP lança nova licitação para compra de trens e sistemas de sinalização da Linha 17-Ouro

Obra do monotrilho foi prometida para a Copa de 2014; empreendimento enfrenta problemas com prazos e entrega de serviços contratados.

O Metrô de São Paulo lançou na segunda-feira (15) uma nova licitação internacional para a compra de 14 trens e o fornecimento de diversos serviços para a Linha 17-Ouro. As propostas serão recebidas pela empresa até 15 de setembro.

Quando pronto, o monotrilho vai ligar o aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da cidade, até a estação Morumbi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Entre os serviços especificados na licitação estão: a implantação de sistemas de sinalização, bandejamento e redes de fibras ópticas para transmissão de dados; controle centralizado; portas de plataforma; sistema de captação de energia pelo trem; máquina de lavar trens; veículo de via para manutenção e inspeção; integração de sistemas; aparelho de mudança de vias; sobressalentes e ferramentas especiais.

A construção dessa linha vem gerando polêmica na cidade de São Paulo. Em março, o Metrô rescindiu um dos contratos de construção do monotrilho e, em maio, multou em R$ 88 milhões o Consórcio Monotrilho Integração (CMI).

Essa nova contratação, inclusive, foi feita para substituir os trabalhos do consórcio CMI e para garantir a entrega dos trens, tendo em vista que a empresa contratada inicialmente, a Scomi, com sede na Malásia, faliu.

O monotrilho virou promessa para a Copa 2014 em 2010, quando o então ministro do Esporte, Orlando Silva, assinou com o governo do estado e a Prefeitura da capital uma série de compromissos, a chamada Matriz de Responsabilidades.

No entanto, a obra sofreu uma série de problemas nos últimos anos –o que fez com que a previsão de seu funcionamento passasse de 2013 para julho de 2019.

Em março deste ano, o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, disse que “a responsabilidade que nós temos com a população paulista é de entregar essa obra no nosso governo”. A atual gestão termina em 2022.

(Fonte: G1 – São Paulo)

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