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Delta poderá perder obras atrasadas

O governo fará uma devassa nos 103 contratos que tem com a Delta Construções S.A., declarada inidônea pelo ministro Jorge Hage, da Controladoria-Geral da União (CGU).

O governo fará uma devassa nos 103 contratos que tem com a Delta Construções S.A., declarada inidônea pelo ministro Jorge Hage, da Controladoria-Geral da União (CGU). Nessa “operação pente-fino” vai ser analisado se as obras estão atrasadas ou paralisadas. Nesse caso, os contratos poderão ser suspensos. Nenhum novo contrato com a Delta poderá ser assinado. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União.

A saída da empresa da cena não deve trazer problemas de continuidade. Se as obras estiverem bem encaminhadas, a opção será por seguir com o serviço, para não prejudicar o andamento dos investimentos. No caso, o governo leva em conta que os contratos quase sempre são tocados por consórcios que incluem outras empresas – e estas poderão assumir o resto da tarefa.

Em abril, o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Pereira, chegou a mencionar que o governo tinha “plano B e plano C” para os casos de interrupção ou atraso nas obras da Delta. A ordem, avisou, era iniciar imediatamente uma nova licitação, chamando o segundo ou terceiro colocados no processo licitatório.

Dos 103 contratos sob comando da Delta, 99 foram assinados com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), 2 com o Ministério da Defesa, 1 com a Integração Nacional e 1 com a Valec, a estatal que cuida das ferrovias.

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