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Bahia foi o estado que mais reduziu gastos com policiamento


O governo da Bahia diminuiu em 87% as despesas com policiamento de 2015 para 2016, aponta o mais novo Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado ontem. A redução foi a maior entre todos os estados do país. De acordo com a pesquisa, os gastos aplicados ano passado na área somaram R$ 471,5 milhões, o que corresponde a 13% do total direcionado no período anterior – R$ 3,61 bilhões. As outras subfunções da Segurança apresentaram crescimento no aporte de recursos. Na Defesa Civil, o volume passou de R$ 1,8 milhão para R$ 10,2 milhões. O setor de Inteligência e Informação, que havia recebido aproximadamente R$ 16 milhões em 2015, abocanhou cerca de R$ 20 milhões no ano seguinte. Já as demais subfunções agrupadas foram em caminho inverso ao policiamento: de R$ 410,7 milhões para R$ 3,64 bilhões.

Na mesma
Embora seja um dos dez estados que elevaram os gastos para Segurança Pública, a Bahia manteve o 20º lugar no ranking de despesas por habitante, com R$ 271,42 per capita. A cifra é quase R$ 6 a mais que a de 2015.

Fim de feira
Desde dezembro de 2015, 197 lojas da Cesta do Povo foram fechadas em toda a Bahia, provocando a demissão de pelo menos 1.800 funcionários. Hoje, restam em funcionamento somente 49 unidades, 20 delas em Salvador, com 900 empregados de carreira nos quadros da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal). Antes tida como referência de preços baixos, a rede pública de supermercados é alvo de um gradativo processo de esvaziamento, deflagrado no início do governo Rui Costa (PT). O edital para vender a Cesta do Povo à iniciativa privada está parado na Procuradoria-Geral do Estado (PGE) desde agosto e ainda não há data prevista para publicação. Ano passado, o governo tentou vendê-la, mas o negócio não atraiu interessados do setor de varejo.

Ferro e ferradura
O cochilo da bancada baiana em Brasília abriu caminho para que a MP 789, que eleva a carga tributária sobre a mineração, seja aprovada esta semana na Câmara dos Deputados. “Pará e Minas Gerais, que têm polos consolidados e querem travar a Bahia , continuam com lobby intenso. Vão ganhar se não reagirmos”, reafirmou José Carlos Aleluia (DEM), para quem a medida sepulta a Bamin.

Papel passado
Três anos e sete meses após garantir US$ 50,8 milhões com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para financiar o Prodetur da Baía de Todos os Santos, a Secretaria Estadual de Turismo não consegue retirar o projeto do papel. Recentemente, abriu licitação para contratar uma consultoria responsável por elaborar “estudo das causas que contribuem para a informalidade empresarial no setor turístico” e um plano “para incentivar a formalização” na zona da baía. Obras de infraestrutura náutica e reformas de monumentos, nada.

Parado na lei
O deputado Nelson Leal só continua na bancada do PSL na Assembleia por impedimento legal. Como é o único eleito pela sigla em 2014, terá que esperar a janela de março para entrar no Pros.

(Fonte: Correio)

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