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Pró-Lar fracionou contratações para driblar a lei, aponta CPI


Comissão apura irregularidades na aplicação de R$ 1,2 milhão em 2016

O presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pró-Lar, vereador Rodrigo Salomon (PSDB), afirmou nesta terça-feira (13) que a administração passada fracionou a contração de serviços para evitar a realização de concorrência pública, medida que violaria a Lei de Licitações.

A CPI investiga supostas irregularidades na aplicação de R$ 1,2 milhão da fundação somente em m2016, último ano de gestão do ex-prefeito de Jacareí, Hamilton Ribeiro Mota (PT).

A comissão ouviu nesta terça o depoimento da atual presidente da Pró-Lar, Rosa de Fátima Rangel de França, e do diretor administrativo-financeiro, Alexsandro Quadros, que falaram sobre as supostas irregularidades.

“Eles puderem esclarecer varias dúvidas de como funcionava, de que não existia um rito pra contratação dessas empresas”, disse o presidente da CPI.

As irregularidades apontadas pelo relatório da Secretaria de Governança e Transparência da Prefeitura de Jacareí também são investigadas pelo Ministério Público, que acompanha as reuniões da CPI.

Os encontros da CPI acontecem todas as terças-feiras, sempre a partir das 15h. Até o fechamento desta reportagem, ainda não haviam sido divulgados os nomes das testemunhas que irão depor no dia 20.

“Todos os envolvidos estão sujeitos a ser convocada pela CPI. Para a próxima semana, ouviremos duas pessoas que participaram tanto da administração passada, quanto da atual. O objetivo é esclarecer por que os procedimentos de contratação eram tão falhos na gestão anterior”, disse Salomon.

Outro lado

O ex-prefeito Hamilton Ribeiro Mota (PT) foi procurado, mas não se manifestou até a publicação desta reportagem.

(Fonte: Meon)

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