
Anunciada em 2021 pelo prefeito Eduardo Paes e o então presidente Durcesio Mello, renovação foi alvo de inquérito do Ministério Público
De máscaras de proteção contra a Covid-19 no rosto, com papel e caneta na mão, o então presidente do Botafogo, Durcesio Mello, e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinaram o que seria a extensão do contrato de concessão do estádio Nilton Santos até 2051.
Mas a renovação, divulgada nas páginas da Prefeitura do Rio e do Botafogo, ficou apenas naquele papel – apenas um “termo de compromisso” – assinado na tribuna de honra do estádio. A prorrogação de contrato foi cancelada depois de virar alvo de Inquérito Civil do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro por suposto ato de improbidade administrativa da Prefeitura.
A Prefeitura do Rio respondeu ao ge que o acordo, embora anunciado em cerimônia pública, “não estava previsto dentro das cláusulas contratuais e fugia às regras estabelecidas previamente”. O caso foi arquivado no MPRJ em março deste ano, mas desarquivado neste mês de setembro porque a notícia ainda estava no site da Prefeitura do Rio – nos últimos dias, o link saiu do ar. Veja abaixo.
(Fonte: GE Globo)

