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PCGO apura supostas fraudes em licitações na Secretaria de Segurança Pública de Goiás


Operação bloqueou o montante de R$ 58 milhões dos investigados.

A Polícia Civil de Goiás (PCGO), por meio da Delegacia Estadual de Combate à Corrupção (Deccor), deflagrou uma operação nesta quarta-feira (26/1) para apurar supostas fraudes milionárias em licitações na Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO).

Batizada de Mérida, a operação cumpre 13 mandados de busca e apreensão contra os investigados, além do bloqueio de bens e valores no montante de R$ 58 milhões de reais.

As investigações se concentram em supostas fraudas cometidas em cerca de 20 licitações feitas na SSP, entre os anos de 2013 e 2018. Os envolvidos são investigados pelos crimes de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos alvos da operação, por isso, a reportagem não conseguiu contato com a defesa. O Dia Online entrou em contato com a SSP-GO pedindo um posicionamento sobre a operação e aguarda retorno.

Em outro caso, PCGO apura supostas fraudes em licitações de cestas básicas são presos em Itapaci
No último dia 12 deste mês, dois homens foram presos suspeitos de fraudes em licitações para aquisição de cestas básicas, em Itapaci. Apurações apontaram que um mesmo estabelecimento na cidade venceu 11 licitações, que somadas totalizam mais de R$ 3 milhões.

As investigações apontaram que, entre os anos de 2017a 2020, houve o direcionamento de licitações realizadas pelo município de Itapaci para que um mesmo estabelecimento comercial vencesse os procedimentos e pudesse fornecer cestas básicas que seriam distribuídas por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social.

Indícios revelaram que o chefe do Departamento de Compras da Prefeitura Municipal de Itapaci, a quem cabia a incumbência de repassar as necessidades de aquisições da Prefeitura e dar início aos procedimentos licitatórios, seria a pessoa que de fato administra o supermercado que tornou-se vencedor de 11 licitações seguidas no município.

Somente com a aquisição de cestas básicas no período investigado, o município empenhou o montante de mais de R$ 3 milhões. De outro turno, foi apurado que a distribuição das cestas básicas não atendeu a todas as pessoas inscritas nos programas sociais da Prefeitura, denotando a falta de critérios para a concessão do benefício e a não entrega efetiva dos produtos adquiridos com dinheiro público.

(Fonte: DiaOnline)

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