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Os tatuzões contra a nova licitação do Metrofor

Há dois tatuzões a cavar contra o Governo do Estado ante a rescisão do contrato anterior para as obras da Linha Leste do Metrofor: as conclusões do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público de Contas do Estado (MPC). Ambos se manifestaram a favor das argumentações das empresas do contrato antigo – Acciona e Marquise. Mas nova licitação já está em andamento.

O TCU alertou para a possibilidade de vir a determinar a anulação da rescisão. Já o MPC apresentara parecer no qual considerou improcedente o questionamento do Estado contra a entrada da Marquise no consórcio com a espanhola Accciona. Como O POVO já noticiou na sexta-feira, apenas um consórcio se apresentou pela retomada da obra, sob nova licitação: Ferreira Guedes e outra espanhola, a Sacyr. A posição da Justiça estadual tem sido favorável ao Governo. Vem derrubando os pedidos de empreiteiras contrárias ao processo.

A Camargo Corrêa pedia a suspensão da concorrência para revisão do projeto básico, alegando estar defasado e apontando suspeições sobre a empresa autora do projeto, a MWH. A empresa fora citada em acordo de leniência da Camargo como cúmplice em tentativa de fraude na licitação de 2013. A Queiroz Galvão também teve pedido negado no TJCE. Em tempo: o metrô já deveria estar a funcionar neste ano. Mas não tem nem 3% feitos.

(Fonte: O Povo)

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