
O problema maior é na questão que trata de se assegurar mais de um linha em cada um das quatro regiões em que Mato Grosso foi dividido. A melhor justificativa do governo para o veto vem da própria Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que nas linhas interestaduais existentes no Brasil, 89% se tratam da concessão de apenas uma empresa. Um relatório da Agência mostra que na grande maioria dos casos, se colocar mais de uma empresa atuando, vai fragilizar o atendimento e torná-lo de certa forma impraticável, ou seja, as duas empresas não terão condições financeiras de atuarem no mesmo mercado.
As empresas de transportes rodoviários de passageiros intermunicipais sobrevivem a custa de decretos governamentais precários sob alegação de emergência e colapso no atendimento a população. Só que essa emergência já dura mais de 30 anos.
(Fonte: A Gazeta)

