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Arco Metropolitano do Rio pode ser inaugurado sem dois trechos

Irregularidades atrasam ligação com porto e duplicação da BR-493

 

Maior desafio rodoviário do estado e de fundamental importância para o seu desenvolvimento econômico, o Arco Metropolitano do Rio corre o risco de ser inaugurado deixando de fora dois trechos: a ligação com o Porto de Itaguaí e a duplicação da BR-493 (Magé-Manilha), que vai até o entroncamento com a BR-116, em Itaboraí. Como o GLOBO informou no domingo, os dois trechos, que foram incluídos no PAC 2, em 2008, fazem parte dos compromissos assumidos pela União com o estado para a construção do Arco por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Mas, de lá até hoje, o projeto não andou.

 

Em 27 de agosto passado, o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) indicou irregularidades nas obras de duplicação da BR-101 e determinou que o DNIT refizesse o projeto para a construção do acesso ligando a rodovia ao Porto de Itaguaí. Com isso, até mesmo a licitação para a obra, que deveria ter sido inaugurada em 2010, não tem prazo para acontecer.

 

Pela parceria fechada em 2008 entre o governo do estado e a União, também caberia ao DNIT realizar a duplicação da BR 493, mas, após três anos sem que nada fosse feito, o consórcio Guilhermina abandonou a obra, depois de o ex-diretor do órgão federal, Luiz Antônio Pagot, afirmar à revista “Época” que foi exonerado do cargo por pressão da Delta Construtora, líder do consórcio responsável pelo projeto.

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