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Licitação para a nova cobertura do Teatrão atrai quatro empresas

Vencerá essa concorrência a empresa que aceitar realizar o serviço pelo menor preço (o máximo será R$ 6,8 milhões)

Quatro empresas vão disputar o contrato de demolição do telhado do Centro de Treinamento Esportivo, no complexo do Teatrão, e instalação de uma nova cobertura no espaço, com estrutura metálica. As propostas foram apresentadas nessa terça-feira por Consdon, Elefe, GBVT e Teto. A próxima etapa será a análise da documentação, que definirá quais concorrentes serão habilitadas.

Na fase seguinte, de abertura das propostas financeiras, vencerá a disputa a empresa que aceitar o serviço pelo menor preço – o valor máximo é de R$ 6,8 milhões. A vencedora terá cinco meses para demolir o telhado, construir uma nova cobertura e reforçar a estrutura e as arquibancadas existentes no complexo.

Novela

O contrato para as obras no Complexo do Teatrão foi assinado em 2015, no governo Carlinhos Almeida (PT). O serviço, que custaria R$ 30 milhões, seria entregue no primeiro semestre de 2017. As obras foram paralisadas no início de 2017, quando Felicio Ramuth (PSDB) assumiu a prefeitura. O Museu Interativo de Ciências, que faz parte do complexo, foi entregue apenas em novembro de 2018.

Em outubro de 2018 foi iniciada aquela que deveria ser a última fase da obra, com um custo de R$ 7 milhões e previsão de entrega para junho de 2019. Essa etapa seguia em ritmo lento: em oito meses, que era o prazo de conclusão, foram executados apenas 20,82% (R$ 1,476 milhão). Para piorar, no fim de maio o governo tucano divulgou que um laudo técnico revelou risco de desabamento do telhado. O estudo apontou que as chuvas provocaram umidade e infiltrações na laje, além de fissuras e desprendimento de placas de concreto. Com a intervenção no telhado, o prazo de conclusão da obra no complexo foi estendido em oito meses (para fevereiro de 2020).

Para a oposição, modificações feitas pela atual gestão no projeto, como a retirada de degraus da arquibancada, podem ter comprometido a estrutura do complexo. Até o fim do governo Carlinhos, em 2016, R$ 2,9 milhões haviam sido gastos para reparo e impermeabilização da cobertura.

(Fonte: O Vale)

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