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Fundação Hospitalar gera mais economia ao Estado

A Fundação Piauiense de Serviços Hospitalares (Fepiserh) encerrou, no final de fevereiro, a licitação de medicamentos e conseguiu gerar uma economia estimada de quase 70%. A iniciativa faz parte do plano de organização estrutural e otimização financeira dos hospitais Getúlio Vargas (HGV), Natan Portela, Lucídio Portela (Infantil), Justino Luz (Picos), Cândido Ferraz (São Raimundo Nonato) e Chagas Rodrigues (Piripiri), que são os hospitais geridos pela Fundação e foram beneficiados.

Ao todo, são 625 medicamentos – desde fármacos para transplante, não rejeição de órgãos, antibióticos e demais áreas médicas – foram incluídos na processo licitatório, que foi homologado pelo presidente da Fundação Hospitalar, Pablo Santos, e entrou em vigência ainda no início de março.

Este foi o décimo processo licitatório finalizado pela Fepiserh que, desde novembro de 2017, começou efetivamente a executar o plano de otimização financeira abrangendo os seis hospitais os quais foi contratada para gerir. Os outros processos licitatórios já concluídos são: mão de obra terceirizada, segurança patrimonial, locação de equipamentos médicos, gêneros alimentícios perecíveis (Picos, Piripiri e São Raimundo Nonato), gêneros alimentícios não-perecíveis, material de consumo e água mineral. O penúltimo, mão de obra terceirizada, concluído em janeiro de 2018, gerou um economia real de 30% aos cofres do Estado, tendo maior abrangência dos serviços.

Débora Elvas, coordenadora do setor de licitação da Fundação, explica que a economia é baseada no valor estimado da licitação, que é o obtido através da média de pesquisas de mercado. Ela destaca que a unificação dos processos licitatórios dos seis hospitais, que antes eram individualizados, é a principal medida para o ajuste financeiro e redução dos valores licitados. “Quando realizamos uma única licitação para as seis instituições, obviamente vamos conseguir valores bem melhores e muito abaixo do valor estimado, gerando uma excelente economia para a Fundação, Saúde e Estado, que também é revertida para os hospitais, individualmente”, explica.

Para o presidente da Fepiserh, Pablo Santos, a economia gerada pela unificação dos contratos licitatórios de medicamentos reflete diretamente em melhorias nos hospitais, já que as verbas são redirecionadas para outras áreas e setores que necessitam de aperfeiçoamento e benfeitorias. “O objetivo do contrato de gestão entre Secretaria de Saúde e Fundação Hospitalar sempre foi aprimorar a estrutura dos hospitais e otimizar financeiramente essas casas. Estamos conseguindo cumprir essas metas, mas queremos ultrapassar os indicadores pretendidos. Juntamento com os diretores de cada hospital, estamos empenhados em melhorar o atendimento aos pacientes, assim como, a saúde financeira de cada instituição”, destaca.

(Fonte: GOverno do Piaui)

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